IGREJA ANGLICANA EM CURITIBA - Comunidade da Virgem Maria


"Todos os seres vivos tremem diante da violência. Todos temem a morte, todos amam a vida. Projete você mesmo em todas as criaturas. Então, a quem você poderá ferir? Que mal você poderá fazer?" - Buda



Escrito por Anglicana às 10h07
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"Ubi caritas  Deus ibi est"


Onde há amor  aí Deus está.

 

 


Contato 41.9992-1575 (TIM)
R. Sete de Abril 440 - Curitiba- PR
igrejaanglicanaemcuritiba@gmail.com


Programação Mensal:

1º Sábado: 

- Ofício nos lares –  No primeiro sábado nosso espaço litúrgico na sete de abril não abre.


2º e 3º Sábados: 

- Ofício Eucarístico às 19h

- Estudo bíblico às 17h30min (seguimos a hermêutica e a teologia da libertação)– No período de fevereiro até novembro. 


4º Sábado: 

- Ofício Eucarístico às 19h em gratidão pelos aniversariantes do mês.

- Encontro de Filosofia e Teologia 17h00  No período de fevereiro até novembro. 

    


                                  

*5 º Sábado: (Quando houver) Ofício Eucarístico às 19h

Programação dos Estudos Bíblicos - 1º Trimestre  

 

11/02/2012 (Sáb.17:30h) “A formação oral da Bíblia e o texto Hebraico"

18/02/2012 (Sáb.17:30h) “ Hermenêutica da Libertação"

10/03/2012 (Sáb.17:30h) “Como ler o livro de gênesis: introdução"

17/03/2012 (Sáb.17:30h) “Como ler o livro de gênesis: A criação"

14/04/2012 (Sáb.17:30h) “Como ler o livro de gênesis: aprofundamento

21/04/2012 (Sáb.17:30h) “Como ler o livro de gênesis: conclusão"

 


 

Programação: Filosofia e Teologia  - 1º Semestre 

25/02/2012 (Sáb.17h) “Teologia e Animais não humanos: crítica teológica e filosófica" 

24/03/2012 (Sáb.17h) “Teologia da libertação e teologia europeia" 

28/04/2012 (Sáb.17h) “ Ludwig Wittgenstein: o silêncio, a ética e a religião” 

26/05/2012 (Sáb.17h) “ Teologia da Cultura: fronteira entre religião e cultura" 

23/06/2012 (Sáb.17h) “ Teologia da Cultura: fronteira entre religião e cultura" 

 



Escrito por Anglicana às 12h40
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          Este Blog disponibiliza  Avisos Pastorais,  Reflexões Filosóficas e Teológicas da Capela  Anglicana  da Virgem Maria.  Essa  Comunidade,  em Curitiba, foi   Dedicada na  Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e temporariamente se constituiu como  autocefálica.   Maria era pobre, peregrina e preocupada com o bem dos outros. Nós nos esforçamos para ser assim. Temos  como Missão a acolhida radical,   divulgar e incentivar  a Espiritualidade Anglo-Católica, Edificar Pequenas e Simples Capelas de  Adoração,  viver os ensinos de Jesus amparando aos que sofrem. Comunitariamente  apostamos numa pastoral essencialmente ecumênica, simples, libertadora, culta e  amorosa. Nos Links ao lado, além de muita cultura, você  poderá ver nossos vídeos no  Youtube  e descobrir como chegar até nós!

      Rev. Aroldo + 41. 8892 52 89 (licenciado em Filosofia pela UFPR e Teologia pelo SIBB trabalha secularmente na área de finanças)  

      Rev. Ellton + 41.9653 5058 ( Licenciado em Teologia e Secretariado Executivo,pela PUC-PR. Gradua-se em Filosofia na UFPR, Professor)

      Rev. Jerson + (Bacharel   em Teologia -Sagrada Escritura-  Licenciado em História  e Filosofia,  Especialista  em Filosofia Política e Mestre em Teologia/Bioética  pela PUC-PR, Professor)

      

              Obs. Todos os clérigos acima  realizam o trabalho pastoral de forma abnegada e voluntária visto que trabalham secularmente. Isto nos dificulta o atendimento durante a semana mas não o impossibilita. Se desejar atendimento entre em contato em marque para o sábado ou combine um horário possível. Gratos pela compreensão.


  -  Atendimentos: Batizados em casa , Bênção no Lar, Casamentos Religiosos em clubes,  Bênção da Saúde, Mediação de Conflitos, Aconselhamento Espiritual e Exéquias. 

  -  CEBBIG-Centro de Estudos Bispo Glauco: Curso de Grego, Hebraico, Tradução Bíblica, Filosofia Clássica e  Palestras sobre temas de relevância cultural e religiosa. Em 2012 o ciclo de estudos bíblicos de palestras acontecerá nos 2ºs 3ºs e 4ºs sábados de cada mes. 

 

 - DiaconiaArrecadamos   alimentos e roupas para o projeto Barnabé. Com os donativos atendemos  pessoas  carentes da Comunidade ou repassamos para a Fundação RC de Colombo. Se desejar entre diretamento em contato com eles no link ao lado! As fotos abaixo são celebrações externas.

 

               

Com a comunidade exilada  está o reverendo Jerson +  que  é professor e  clérigo ordenado às sagradas Ordens, na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, pelo Bispo Glauco Soares de Lima.  Foi o presidente da Comissão que planejou e criou a Diocese Anglicana de Curitiba (IEAB) com o rev. Marialvo Rodrigues e outros irmãos e irmãs. Coordenou o Conic-regional . Quando Arcediago e Deão da Catedral de São Tiago  iniciou o trabalho com moradores de rua (Projeto Barnabé).  Sua vocação pastoral é marcada pela acolhida radical, cuidado com os que sofrem, defesa dos animais não humanos, das minorias e opção pela simplicidade. Desapego ao poder e apego  às pessoas é a sua opção. Outra marca foi o Diálogo Internacional Batista-Anglicano.Veja no link da Comunhão Anglicana: 

   http://www.anglicancommunion.org/ministry/ecumenical/dialogues/baptist/docs/2003chile.cfm 

        *A Capela Anglicana da Virgem Maria é  uma comunidade Autocefálica. Os Links ao lado são apenas indicações de bons sites.

 

 

 


 

 



Escrito por Comunidade do Exílio às 14h42
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      Fiel com a  Tradição Anglicana, a Comunidade da Virgem Maria, mantém a Liturgia com uso do Livro de Oração Comum, cuja primeira edição aconteceu em 1549 na Inglaterra, e a Hinologia Antiga. Como  toda  Igreja Anglicana, ela   expressa a sua fé nas palavras de dois grandes credos históricos do cristianismo: o Credo Apostólico e o Credo Niceno, que foram escritos no tempo da igreja indivisa e constituem a confissão normativa da fé católica ainda hoje. Mesmo reconhecendo que as afirmações humanas sobre a natureza de Deus são insuficientes para expressar toda a verdade, a Igreja Anglicana estimula o estudo e a pesquisa sobre a verdade em todos os campos do conhecimento humano. Não antepõe limites ao estudo e à investigação honesta e favorece o uso da razão como faculdade dada por Deus para enriquecer e ampliar a verdade revelada. Acredita que o Espírito Santo guia os homens na busca da verdade, capacitando a igreja a relacionar a verdade humana à verdade de Deus revelada em Jesus Cristo. A Igreja Anglicana tem na Bíblia a principal fonte de doutrina, cujas páginas registram os fundamentos do cristianismo.  A Igreja Anglicana acredita que as Sagradas Escrituras contém toda a doutrina necessária para a salvação e nada que nelas não possa ser lido, ou provado por elas, pode ser tido como artigo de fé ou necessário para a salvação.


          Seguem Alguns momentos importantes da vida comunitária: Visita acadêmica e fraterna do Bispo Glauco Soares de Lima; Evento em Parceria com a PUC-PR sobre Religiosidade e Subjetivação; Inauguração do novo espaço de Celebração; Formatura do curso de Mediciana da UFPR-2008; Visita Ecumênica na Mesquita em Curitiba e Visita à Câmara  de Vereadores, com Dom Ladislau Biernaski, para promover a campanha da fraternidade ecumência em 2005; Curso de Bíblia na Paróquia Católica  Santo Antônio (Atividade Ecumênica); Evento na Prefeitura  de  Araucária  com   sobrevivente do Holocausto e Comunidade Judaica para conscientização de Jovens; Casamento, Vida Comunitária em 2010.

   

 

         

      

 

   

      

            

      



Escrito por Comunidade do Exílio às 20h12
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 " Quem não ouve o clamor do pobre clamará e não será ouvido!" (Provérbios 21:12)

Apesar de sua simplicidade a Capela da Virgem Maria não tem descuidado do trabalho com os necessitados. As fotos que seguem são uma pequena demonstração do amor gerado na comunidade.

 

Santa CatarinaNatl em Santa Catarina-Alegria dos pequeninos

 

 

 

 

 

Curitiba/Colombo

 

 

 

 

 

 

 

É possível doar sem amor,

mas é impossível amar

sem doar!

 

 

 

 

 

 



Escrito por Comunidade do Exílio às 19h50
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Maria na tradição Anglicana

 

          Além de ser obviamente mencionada dominicalmente na recitação do Credo Apostólico ou no Credo Niceno, o Livro de Oração Comum faz referência à Virgem em outras ocasiões: particularmente no Calendário, nos Próprios e nas Orações Eucarísticas. Vejamos cada uma destas referências.

 

 

            No calendário do LOC de 1987, no item 3, dedicado aos dias santos[4], encontramos três datas dedicadas a Maria. A primeira é a festa da Anunciação da Bem-aventurada Virgem Maria, comemorada no dia 25 de março. A segunda, é a festa da Visitação da Bem-aventurada Virgem Maria, comemorada dia 31 de Maio, e a terceira é a festa da Bem-aventurada Virgem Maria, celebrada no dia 15 de agosto. Devemos ressaltar que além destas datas, os antigos Livros de Oração Comum da Província do Brasil falavam de uma outra festa chamada de “Purificação da Virgem Maria” celebrada no dia 02 de fevereiro[5] e que, mais tarde, passa a se chamar de “Apresentação de Nosso Senhor Jesus Cristo no Templo”.     

 

 

 

              Os Próprios lidos nestes dias, nos dão uma pista do papel que a Virgem Maria desempenha na teologia anglicana. O primeiro próprio, lido no dia 25 de março, contém a seguinte oração:“Suplicamos-te, Senhor, que dotes com tua graça os nossos corações, para que, assim como pela mensagem de um anjo à Virgem Maria havemos conhecido a encarnação de teu filho Jesus Cristo, também por sua paixão e cruz sejamos levados à glória de sua ressurreição. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.[6] O segundo próprio que menciona a Virgem Maria é o de 31 de maio, dia da Visitação da Bem-aventurada Virgem, e que diz o seguinte:“Ó Pai Celestial, por cuja graça uma virgem pura foi escolhida e abençoada para ser mãe de teu Filho, Jesus, mas muito mais abençoada em ter ouvido e guardado tua palavra...7].Finalmente o próprio do dia 15 de agosto que nos diz:

“Ó Deus, que chamaste à tua presença Maria, bem-aventurada mãe de teu Filho Encarnado, por cujo sangue fomos redimidos; concede-nos participar com ela na glória do teu eterno reino, por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.[8]

 

 

           Nas Orações Eucarísticas Ela é mencionada na oração eucarística do Rito II, quando se diz acerca do filho “Tu O enviaste para assumir a carne humana, nascer da Virgem Maria e ser o Salvador e Redentor do mundo”.[9] E também aparece no corpo da Grande Oração Eucarística B que diz: “Ó Pai, de tal maneira amaste o mundo que, na plenitude dos tempos, enviaste teu único Filho para ser nosso Salvador. Feito carne pelo Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria e viveu como um de nós, mas sem pecar”.[10] Ainda nesta mesma Oração, a Virgem aparece uma segunda vez ao se dizer: “E concede que participemos da herança dos Santos, [com a Bem-aventurada Virgem Maria, os Patriarcas, Profetas, Apóstolos e Mártires (e com NN)] e com todos os que tiveram o teu favor nos tempos passados”.[11]

 

 

  

             Alguém já disse que “quem procura um santo busca um exemplo”. É assim que a Virgem Maria é vista na Comunhão Anglicana. Como um exemplo em muitas áreas da vida. Ela é, primeiro, exemplo de humildade. Ao ser confrontada com o Anjo ela reconhece sua condição humana e fala de sua indignidade. Maria nos dá um grande exemplo. Nos mostra que Deus pode “encher de graça” aqueles que dela necessitam. Martinho Lutero, em seu comentário do Magnificat, explicando porque traduziu a palavra “humildade” por “nulidade” ou “ser insignificante”, nos diz que Maria pretendia dizer o seguinte:“Deus olhou para mim, uma moça pobre, desprezada e insignificante. Ele poderia ter escolhido ricas importantes, nobres e poderosas rainhas, filhas de príncipes e grandes autoridades. Poderia muito bem ter escolhido a filha de Anãs ou Caifás, que teriam sido os maiorais do país. Porém ele olhou para mim, por pura bondade e usou para este fim uma moça humilde e desprezada. Diante dele ninguém deveria vangloriar-se de ter sido digno disso. Também eu tenho que confessar que se trata de pura graça e bondade. Não há merecimento ou dignidade nenhuma de minha parte”.[13]

 

  

           Maria é também vista como exemplo de desprendimento. Poderíamos até especular (e sei que isto já foi feito) sobre o que teria acontecido se ela tivesse rejeitado a proposta de Deus. Mas o dado é que ela abraçou o convite de Javé e, ao fazer isso, disse não a sua própria vida, a seus projetos, a seus sonhos, a tudo o que havia imaginado com seu marido. Ela estaria eternamente ligada àquele que seria seu Filho e Salvador do mundo e à sua Missão.

 

 

         Em terceiro lugar ela é apontada como exemplo de submissão. Ela disse "eis aqui a serva do Senhor. Cumpra-se segundo a sua vontade". Ela era uma mulher submissa ao seu Deus e como tal, se apresenta para servir às ordens de Deus, com tudo o que tem: sua vida!

Ela é também exemplo de santidade. Ser "santo" significa ser "separado", "dedicado" para algo ou alguém. E Maria era assim: dedicada com todo o seu corpo e alma a Deus e ao seu propósito.Maria é, também, vista como a mais Bem-aventurada de todas as mulheres. Por ser a mãe do Salvador; por receber em seu ventre o Verbo da vida; por amamentar aquele que nos sustenta com sua mão; por cuidar daquele que cuida de nós. O que ela presenciou, viveu, sentiu, contemplou, nunca jamais poderá ser feito por outra mortal. Ela, mais do que qualquer outra é, sim, Bem-aventurada! Em resumo, podemos assumir tudo o que foi dito por Karl Barth quando ele assim se expressa: "Maria é um fator indispensável na proclamação bíblica pela ausência da ênfase em sua pessoa, pelo significado infinito de sua modéstia e humildade, de quem só recebe a bênção".[15] De acordo com esta leitura, sua grande marca é, nas palavras do Bispo Sumio Takatsu "A vida oculta em Cristo, sem aparecer no primeiro plano e nem no 'kerygma'apostólico".[16]

 

      

  Conclusão

 

 

            Como vimos, há, entre os anglicanos e entre os cristãos reformados, um espaço relevante que é dedicado à pessoa da virgem Maria. No entanto, este espaço tende a ser menor do que aquele que é dado pela igreja romana. Vimos também que no anglicanismo e nas demais igrejas reformadas, os santos em geral, e Maria, em particular, são exemplos de vida para todos os cristãos. O maior exemplo desta postura dentro da liturgia anglicana, é a oração adicional presente à página 208 do LOC que diz o seguinte: “Ó Deus, Rei dos Santos, nós te louvamos e glorificamos teu Santo Nome por todos os teus servos que já encerraram sua carreira em tua fé e temor; pela bendita virgem Maria; pelos santos patriarcas, profetas, apóstolos e mártires; e por todos os demais teus servos justos, tanto os conhecidos como os desconhecidos; e te rogamos que nós, estimulados por seus exemplos, ajudados por suas orações e fortalecidos por sua comunhão, sejamos também participantes da herança dos santos em luz; pelos merecimentos de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém”.[19] Esta citação nos coloca diante de um resumo do que afirma a tradição anglicana. Os santos são vistos como exemplos que fortalecem nossa vida e como intercessores (mesmo que orem genericamente) junto ao Pai. Esta doutrina tem base, acima de tudo, na doutrina histórica da “comunhão dos santos” e possui uma vasta aceitação em todos os seguimentos da comunhão anglicana. Para concluir, devemos reconhecer que por trás de toda dificuldade que temos para sentar e refletir sobre os grandes temas da salvação, existe uma história cheia de ódio, de desamor, de intriga e de sofrimento. Não é fácil fazer com que estas parcelas separadas (pela falta de humildade) do corpo de Cristo reconheçam sua parcela de culpa na separação. Mas pelo menos devemos olhar para o Colégio Apostólico com outros olhos. Eles eram homens diferentes; com panos de fundo diferentes; origens diferentes e temperamentos diferentes. Mas eles tinham duas coisas em comum: o desejo de cumprir a Missão que seu Senhor lhes dera e a presença de Maria entre eles. Como uma mãe preocupada com o bem estar dos filhos, Maria nos dá a mesma orientação que deu àqueles que estavam nas bodas de Caná e que serve de texto base para este Congresso Mariológico Mariano: “fazei tudo quanto ele vos disser” (Jo 2:5). Se conseguirmos, ainda hoje, ouvir as instruções da Virgem, com certeza não faltará alegria (vinho) entre os convidados para a festa (do Reino). Que o exemplo da Bem-aventurada Virgem Maria nos inspire a todos e nos faça mais consagrados ao serviço da vida e da esperança.

 

 Autor: O Rev. Jorge Aquino é Presbítero da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. É membro da Ordem Evangélica de Santo Estevão Mártir. Por questão de espaço não pudemos olocar este excelente texto na íntegra. Para isso acesse: http://www.psj.org.br/codigos/pt/paginas/artigos/maria_tradicao.htm

 

 



Escrito por jerson darif, pároco no exílio às 11h37
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